Paris nasceu centro. E pariu o Existencialismo, o Romantismo, a Belle Époque e tantas outros movimentos. Consagrada pelos maiores nomes da literatura e da história, já "valeu uma missa" e já foi "uma festa". Acompanhada de um povo levemente reclamão - misto de uma nostalgia de um dia ter sido um a primeira economia do mundo com o puritanismo de querer fazer viver uma "Velha França" (que se perde entre levas novos habitantes globalizados), a cidade não perde sua beleza e diversão.Por trás das largas avenidas com fachadas suntuosas e tapetes de veludo, a cidade é repleta de ruelas, padarias, docerias e até pequenos prostíbulos por cujas camas passaram Toulouse Lautrec e morreu D. Pedro II e outros homens que...Leia mais... Adicionar novo comentário









